Na última terça-feira, 20 de janeiro, a Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos apreendeu cerca de 3 toneladas de produtos impróprios para o consumo durante fiscalizações nos municípios de Imbé e Tramandaí, no litoral norte do Rio Grande do Sul.
A operação inspecionou supermercados, restaurantes e peixarias. Em Imbé, aproximadamente 1 tonelada de alimentosfoi apreendida, incluindo carnes, pescados, itens de padaria, bebidas lácteas e embutidos. Entre as irregularidades encontradas estavam alimentos fora da temperatura adequada, produtos sem procedência e itens com prazo de validade vencido.
Um dos casos mais graves foi a interdição de uma churrascaria, onde os agentes encontraram espetos de carne preparados no dia anterior, expostos ao ambiente e armazenados de forma inadequada. Parte desses alimentos sequer estava refrigerada e seria apenas reaquecida para comercialização.
Já em Tramandaí, o maior volume da operação foi registrado em uma peixaria, com cerca de 2 toneladas de pescados apreendidos. Os produtos não possuíam procedência, registro ou rotulagem, e incluíam peixes provenientes de outros estados, cuja comercialização não é permitida no Rio Grande do Sul.
Os estabelecimentos foram autuados e todos os produtos descartados.
Na última terça-feira, 20 de janeiro, a Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos apreendeu cerca de 3 toneladas de produtos impróprios para o consumo durante fiscalizações nos municípios de Imbé e Tramandaí, no litoral norte do Rio Grande do Sul.
A operação inspecionou supermercados, restaurantes e peixarias. Em Imbé, aproximadamente 1 tonelada de alimentosfoi apreendida, incluindo carnes, pescados, itens de padaria, bebidas lácteas e embutidos. Entre as irregularidades encontradas estavam alimentos fora da temperatura adequada, produtos sem procedência e itens com prazo de validade vencido.
Um dos casos mais graves foi a interdição de uma churrascaria, onde os agentes encontraram espetos de carne preparados no dia anterior, expostos ao ambiente e armazenados de forma inadequada. Parte desses alimentos sequer estava refrigerada e seria apenas reaquecida para comercialização.
Já em Tramandaí, o maior volume da operação foi registrado em uma peixaria, com cerca de 2 toneladas de pescados apreendidos. Os produtos não possuíam procedência, registro ou rotulagem, e incluíam peixes provenientes de outros estados, cuja comercialização não é permitida no Rio Grande do Sul.
Os estabelecimentos foram autuados e todos os produtos descartados.

Onde entra o Responsável Técnico nessa história?
Casos como esse não são exceção. Eles revelam falhas graves de controle, ausência de procedimentos e, principalmente, falta de atuação técnica contínua.
O papel do Responsável Técnico (RT) vai muito além de assinar documentos. É o RT quem deve garantir que:
- os alimentos sejam armazenados na temperatura correta
- exista rastreabilidade e procedência dos produtos
- os prazos de validade sejam controlados
- as Boas Práticas de Fabricação sejam cumpridas no dia a dia
- decisões técnicas não sejam substituídas por atalhos operacionais
Quando o RT atua de forma efetiva, situações como as encontradas nessa operação tendem a ser prevenidas antes de virarem risco à saúde pública — e antes de resultarem em autuações, interdições e prejuízos financeiros.



